O GRUPO
O
grupo O
que conta o
Sabiá é
formado pelos atores e contadores de histórias Tom
Pires e
Alexandra
Velásquez e pela pianista e violonista Carolina Laura,
que há mais de 15 anos contam histórias em bibliotecas, livrarias,
teatros, SESC, SESI, Simpósios, Bienais, Feiras de Livro, Escolas, já participaram de programas de Rádio e TV e apresentam histórias no canal do Youtube.
Alexa Britto-Velásquez é atriz, contadora de histórias, escritora, dramaturga, Bacharel em Filosofia e Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ.
Ministrou
oficinas de direitos humanos no DEGASE para adolescentes em conflito
com a lei e para estudantes de Serviço Social na UNIGRANRIO.
Coordenou
os projetos: Mudança de Cena e Saúde em Cena pela
People's Palace Projects do Brasil em parceira com o SESC Rio,
AfroReggae, Praticável, Queen Mary University, entre outros.
Ministrou oficinas de contação de histórias, leituras de mulher, acervo pessoal e literatura brasileira no SESC, UNATI, UERJ, UFRJ, SINPRO, CEDOICOM e Associação Brasileira do Livro.
Apresentou sua pesquisa sobre "Cem anos de solidão", de Gabriel Garcia Marquez e "A varanda do frangipani", de Mia Couto, na ABRALIC. Publica artigos sobre literatura e textos autorais em Quem foi que escreveu isso?
Atuou como conteudista no Projeto Click 21 e como professora no colégio Padre Anchieta e Escola Construir.
Ministrou oficinas de contação de histórias, leituras de mulher, acervo pessoal e literatura brasileira no SESC, UNATI, UERJ, UFRJ, SINPRO, CEDOICOM e Associação Brasileira do Livro.
Apresentou sua pesquisa sobre "Cem anos de solidão", de Gabriel Garcia Marquez e "A varanda do frangipani", de Mia Couto, na ABRALIC. Publica artigos sobre literatura e textos autorais em Quem foi que escreveu isso?
Atuou como conteudista no Projeto Click 21 e como professora no colégio Padre Anchieta e Escola Construir.
Escreveu
e atua na peça "O Pulgo e o Elefante", uma adaptação da
obra História
de Dois Amores,
de Carlos Drummond de Andrade.
Como
atriz trabalhou nos espetáculos "Hoje
é dia de rock", direção: Luiz Carlos Ripper; “Memórias de um
velho mundo” direção: Stephanie Brodt; “Kattakali - Teatro
Sagrado de Malabar/ Índia” direção: Teatro Mínimo e Sri
Kottakal Nanda Kumaran; “Os Interesses Criados”, direção: Mauro
Marques com supervisão de Antonio Abujamra; A revolução dos
Beatos, direção: Paula Feitosa; Asilo Paraíso, direção: Alan
Castelo.
Produziu os shows musicais: É coisa de Bicho, Mariquiñas cantam marchinhas, Rafael Lima canta Dorival Caymmi, entre outros.
Produziu os shows musicais: É coisa de Bicho, Mariquiñas cantam marchinhas, Rafael Lima canta Dorival Caymmi, entre outros.
Em 2020, participou do Projeto Que História Contar? da Palavra Z Produções, e recebeu o prêmio Arte & Escola/Lei Aldir Blanc pelo Projeto Ver, ouvir e criar.
Tom
Pires é
ator, diretor, produtor, arte educador, contador de histórias e
Bacharelando em Letras/literaturas pela UNESA.
Como arte educador ministrou aulas no PROJOVEM - projeto social do governo federal, integrou a equipe artística da ONG internacional People´s Palace Projects do Brasil, onde ministrou oficinas de direitos humanos no DEGASE para adolescentes em conflito com a lei e para funcionários do sistema penitenciário e população carcerária em 5 Estados da federação, nos projetos SAÚDE EM CENA e MUDANÇA DE CENA 3.
É membro
fundador do Grupo Varal (1993-2007) onde e atuou e produziu os
espetáculos O Ferreiro e a Morte, dos Uruguaios Mercerdes Rien
e Jorge Curi, e A Revolução dos Beatos, de Dias Gomes. Posteriormente, fundou a Cia. SOS de Teatro Investigativo, com
a qual produziu os espetáculos As Criadas (2000/2005) de Jean
Genet, e As Bondosas, de Ueliton Rocon.
Atuou nos espetáculos: CHICA DA SILVA - o musical, de Renata Mizrahi, com direção de Gilberto Gawronski; DOMÉSTICAS, de Renata Melo, com direção de Bianca Byington; PIQUENIQUE NO FRONT, de Fernando Arrabal, com direção de Jacqueline Laurence; ORIXÁS - A MITOLOGIA DOS DEUSES AFRICANOS, de Luís Motta, com direção de Aduni Benton; UM CORAÇÃO NA MALA, com texto e direção de Mônica Pinzac; BOCA DE OURO, texto de Nelson Rodrigues, com direção de Pablo Siqueira; MAR MORTO, espetáculo inspirado na obra Jorge Amado,dirigido por Ediélio Mendonça.
Atuou nos espetáculos: CHICA DA SILVA - o musical, de Renata Mizrahi, com direção de Gilberto Gawronski; DOMÉSTICAS, de Renata Melo, com direção de Bianca Byington; PIQUENIQUE NO FRONT, de Fernando Arrabal, com direção de Jacqueline Laurence; ORIXÁS - A MITOLOGIA DOS DEUSES AFRICANOS, de Luís Motta, com direção de Aduni Benton; UM CORAÇÃO NA MALA, com texto e direção de Mônica Pinzac; BOCA DE OURO, texto de Nelson Rodrigues, com direção de Pablo Siqueira; MAR MORTO, espetáculo inspirado na obra Jorge Amado,dirigido por Ediélio Mendonça.
*Com o espetáculo “O Ferreiro e a Morte” participou do FITEI –
Festival Internacional de Expressão Ibérica, em Portugal.
Dirigiu
os espetáculos:
2016 - O Pulgo e o Elefante, adaptação de Alexandra Veláquez para o livro História de Dois Amores, de Carlos Drummond de Andrade.
2016 - Pedro e o Lobo, versão contemporânea de Daniel Porto para a fábula de Ésopo.
2015 - Bendito,com texto de Nilton Marques.
2014 - Facinhas,com texto de Angélica Coutinho e Patrícia D’Abreu.
2016 - O Pulgo e o Elefante, adaptação de Alexandra Veláquez para o livro História de Dois Amores, de Carlos Drummond de Andrade.
2016 - Pedro e o Lobo, versão contemporânea de Daniel Porto para a fábula de Ésopo.
2015 - Bendito,com texto de Nilton Marques.
2014 - Facinhas,com texto de Angélica Coutinho e Patrícia D’Abreu.
2013 -
As Bondosas,com texto de Ueliton Rocon (em circulação)
2009 - A
Farsa do Grande Enganador, montagem da Ciade Teatro Popular de Duque de Caxias - RJ.
2007 -
A Incrível Peleja de Simão e a Morte, com texto de Cezário
candhi.
2005 - Plataforma 4 Linha B, texto de Afonso Henriques Soares.
2005 - Plataforma 4 Linha B, texto de Afonso Henriques Soares.
2004 -
A cadeira, com texto
de Augusto Nicodemus.
Premiações:
Prêmio de MELHOR ATOR no IV Festival de Teatro da Universidade Veiga de Almeida, em 1997 pela atuação no espetáculo A Revolução dos Beatos de Dias Gomes, e também, no X Festival de Teatro da cidade de Macaé – RJ, em 2003 pela atuação no espetáculo As Criadas, de Jean Genet.
Prêmio
de MELHOR DIRETOR no XIV Festival Nacional de Teatro de Guaçuí
- ES, em 2013 pela direção do espetáculo As Bondosas de Ueliton
Rocon, e no IV Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias – Rio
de Janeiro/RJ, em 2007, pela direção do espetáculo A Incrível
Peleja de Simão e a Morte, de Cesário Candhi.
Carolina Laura é atriz e musicista formada pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena e Graduada em Licenciatura em Música - UFRJ, Bacharelado em Piano - UNIRIO. Pós-graduada em Orientação Educacional e Pedagógica pela Universidade Cândido Mendes.
Cursou especialização no Conservatório de MadridXXXIX no Curso Universitário Internacional de Música Espanhola (interpretação e formação - piano) em Santiago de Compostela (Espanha).
Foi
Arte educadora
do Programa Educativo do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil). Trabalhou como pianista
acompanhadora da Orquestra Cartola Petrobrás. Atuou como professora no Centro Musical Antônio Adolfo e no CTMLA
(Centro de Tecnologia Musical Luciano Alves).
É Professora de Artes (Educação Musical/Artes Cênicas) na Secretaria Estadual do Rio de Janeiro, no Instituto Padre Leonardo Carrescia e Nossa Senhora de
Misericórdia.
Em Teatro, compôs a trilha
sonora e atuou na peça "O Pulgo e o Elefante", adaptação de Alexandra Velásquez, Direção: Tom Pires; “O Que Mantém Um Homem Vivo?”, Bertolt Brecht
Coletânea - Direção: Dudu Gama; “A Rádio de Ouro”, Direção:
Saionara Santos; Show musical “É Coisa de Bicho”, Direção:
Alexandra Velásquez;
“2º TEMPO FESTIVAL das Artes”, participação como Atriz no
Módulo dos Séculos - Projeto de Ocupação de Espaço Público,
Direção Gilberto Gawronski; “As aventuras de Tião Macaxeira’’, Direção: Coletiva Velejadores de Histórias;
“Mariquinãs
Cantam Marchinhas”, Direção: Alexandra Velásquez;
“O Cordão dos Cascas Grossas’’, adaptação da obra
I Rusteghi , de
Carlo Goldoni - Direção: Mona Lazar; “Um bonde chamado desejo”,
Direção: Maria Pompeu - Teatro do IBEU.


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